Enquanto aquele barzinho meio Bourbon ecoava pela 5ª Avenida, ele tocava violão e fumava charutos cubanos, uma mistura de Al Pacino com o meu falecido avô. Ela vestida de seda e bêbada de gim.
- Canta a vida mulher!
Dizia ele.
E ela com um leve sorriso de Afrodite respondia:
- Me canta amor!
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