É palpável a maneira com que as coisas da vida tomam rumos diferentes, e por serem diferentes dão mais gosto a mim. Não quero discutir política, nem sobre como o homem é responsável pelo desequilíbrio ambiental ou sobre como índice de hipertensão arterial aumentou. Não, eu quero mesmo é amar.
Amar através do toque, do gesto, do olhar, das palavras, do silêncio, da roupa, do beber, do andar, da respiração, da chegada, do comer, do cheiro, da partida, da pele, da saudade, das flores, do sexo, dos objetos, do carinho, da amizade, da música, do vento, terra, água e fogo.
Eu quero é dar mais amor à vida do que posso confessar dar amor às pessoas sem fins lucrativos, eu quero é fogos de artifícios, eu proclamo a vida, proclamo ao viver!
Queres encontrar amor em todas as suas formas possíveis e impossíveis já sentidas ou não? Queres?
Então vem comigo, pois no contratempo do porto, eu sou inteiramente o incontrolável, inconstante, seguro e delicioso... amor!
PS: e em novos olhos cintilantes encontrei a caneta para uma única folha em branco.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário