O português é a minha paixão.
Existe língua mais bela que essa? Não! Mesmo com todas as suas complicações, é sublime e diversificada.
Patente por si só. Não me vanglorizo porque escrevo, malmente sei o que escrevo, entretanto escrevo. Aliás, por que escrevo?
Escrevo, pois, é o meu meio de comunicação comigo mesma. Não que escrevendo eu saiba quem sou, porém sei quem era naquele exato momento em que escrevia.
E passa, a cada linha que passa conheço meus segundos de tempo, é a prova de que estive ali.
Ali comigo mesma.
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